O HTML é uma linguagem que baseia sua sintaxe em um elemento de base que chamamos etiqueta (tag). A etiqueta apresenta frequentemente duas partes:
Uma abertura de forma geral <etiqueta>
Um fechamento do tipo </etiqueta>
Tudo que estiver incluído no interior desta etiqueta sofrerá as modificações que caracterizam a esta etiqueta. Como por exemplo:
As etiquetas <b> e </b> definem um texto em negrito. Se em nosso documento HTML escrevemos uma frase com o seguinte código:
<b>Isto está em negrito</b>
O resultado será:
Isto está em negrito
As etiquetas <p> e </p> definem um parágrafo. Se em nosso documento HTML escrevêssemos:
<p>Olá, estamos no parágrafo 1</p>
<p>Agora mudamos de parágrafo</p>
O resultado seria:
Olá, estamos no parágrafo 1
Agora mudamos de parágrafo
Partes de um documento HTML
Ademais de tudo isso, um documento HTML deve estar delimitado pela etiqueta <html> e </html>. Dentro deste documento, podemos ainda distinguir duas partes principais:
O cabeçalho, delimitado por <head> e </head> onde colocaremos etiquetas de índole informativo como por exemplo o título de nossa página.
O corpo, delimitado pelas etiquetas <body> e </body>, que será onde colocaremos nosso texto e imagens delimitados por sua vez por outras etiquetas como as que vimos anteriormente.
O resultado é um documento com a seguinte estrutura:
<html>
<head>
Etiquetas e conteúdos do cabeçalho
Dados que não aparecem em nossa página mas que são importantes para catalogá-la: Título, palavras-chaves, etc
</head>
<body>
Etiquetas e conteúdo do corpo
Parte do documento que será mostrada pelo navegador: Textos e imagens
</body>
</html>
As maiúsculas ou minúsculas são indiferentes ao escrever as etiquetas
As etiquetas podem ser escritas com qualquer tipo de combinação entre maiúsculas e minúsculas. Ou seja, <HTML> ou <HtMl> são a mesma etiqueta. Entretanto, é aconselhável acostumar-se a escrevê-las em minúscula já que outras tecnologias que podem conviver com nosso HTML (XML por exemplo) não são tão permissivas e nunca está mal ter bons costumes desde o princípio para evitar falhos triviais no futuro.
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