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Administração e organização de um empreendimento IISegundo capítulo onde explicaremos como administrar um empreendimento. 2.Como administrar nosso empreendimento?
A administração do empreendimento, forma parte integral da organização. Embora, à princípio tenhamos somente 1 cliente, teremos que haver previsto toda a parte administrativa, que nos ajudará a:
2.1) Segmentação dos estratos administrativos Assim como as grandes empresas encontram-se segmentadas e, "departamentos", nosso empreendimento, administrativamente deverá estar dividido em estratos. E a melhor forma de administrar tais estratos, será guardando os registro das diferentes atividades, clientes, provedores, ingressos e saídas de nosso empreendimento. Uma forma simples de fazer, é mediante a utilização do banco de dados, e será ainda muito melhor, se for complementado com documentos impressos. Entre os diferentes estratos, poderemos encontrar: A) Clientes Ter um banco de dados de clientes é fundamental. Nele, serão imprescindíveis:
Ter sempre a mão os dados de nossos provedores, nos facilitará a tarefa administrativa, tanto para não atrasarmos nos pagamentos como para efetuar consultas ou reclamações. Uma possível organização para o banco de dados de provedores, pode ser estabelecido como o seguinte:
C) Cotização e orçamentos No caso dos orçamentos, bastará com que tenha registro de:
D) Consultas Aqui poderão ser armazenadas todas as consultas recebidas pessoalmente, por telefone ou por e-mail que realizarmos, e o seguimento das mesmas. Bastará organizá-las da seguinte forma:
E) Reclamações As reclamações poderão funcionar da mesma forma que as consultas, com a exceção de que nos dados dos usuários, só será necessário fazer referência à base de registros de clientes. Os registros de Consultas e Reclamações deverão ser de utilidade para nós, para efetuar balances da satisfação de cada um de nossos clientes e das estatísticas globais. Poderemos utilizar a análise obtida para empreender campanhas publicitárias, realizar divulgações, melhorar um produto ou a qualidade de um serviço, etc... F) Vencimentos Inevitável será, levar os registros dos vencimentos que se aproximam. Tanto nossas dívidas com os provedores, como a dos clientes conosco. Os dados que não poderão faltar: Data de vencimento, cliente ou provedor, conceito e total. G) Registro de ingressos e saídas - Livro diário O registro do que entra e do que sai. O que ganho e o que inverto. Não é difícil ter o controle das entradas e saídas de dinheiro. Para um micro-empreendimento não serão necessários (no momento) os contadores. Porém, haverá que estabelecer "códigos". Códigos que nos ajudem a diferenciar os conceitos de um ingresso (ou saída) de forma simples, sem a necessidade de ter que escrever muitos detalhes. Se por exemplo, tiver comprado para o escritório um chamex de 500 folhas tamanho A4, 10 esferográficas azuis e 4 pretas e 1 cartucho de tinta de cor para a impressora, poderá ser suficiente, colocar a frase "Úteis de escritório". Sempre terei a fatura a mão, para conhecer os detalhes da compra ou da venda. Um exemplo de livro de caixa diário, pode ser o seguinte:
A forma de compreender o livro, é simples:
B) Respostas a perguntas freqüentes Criar uma lista de perguntas que costumam fazer nossos clientes, ou solicitudes de suporte técnico e redigir as respostas de antemão, aliviarão em grande medida a tarefa de atenção ao consumidor/cliente. Como elaborá-las? Se tivermos criado os registros de consultas e reclamações (como foi explicado no ponto 2.1, itens "D" e "E") poderemos extrai-las de aí. Mas se ainda não contarmos com esses registros, um passo inicial e provisório, será colocarmos do lado do cliente e investigar as inquietudes que possa surgir a este. É necessário esclarecer que quanto mais informações oferecermos a nossos clientes de forma antecipada e acessível, menor será a quantidade de consultas que estes irão realizar. C) Lista de preços Muitos pensarão que as listas de preços não são necessárias para a prestação de serviços. Não? Entretanto, quanto tempo nos demanda fazer os cálculos para cotizar cada projeto solicitado? Uma forma de automatizar os processos de cotização e elaboração de orçamentos, é estabelecer por antecipação as horas de desenvolvimento para cada tipo de trabalho padrão e o custo por hora. Se nos dedicarmos a desenhar web sites, quantas horas nos demanda desenhar uma tela padrão? Quantas horas nos leva construí-la? Quanto pretendemos ganhar por hora? E... Quanto cobra um concorrente? Cobre o custo de nossos gastos? E como estas, mil outras perguntas que nos ajudarão a automatizar os processos de cotização criando "listas de preços internas".
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