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Validação com o clienteDevemos apresentar cada fase do projeto ao cliente para que o valide, antes de continuar com o seguinte passo. As objeções devem ser ditas na cara! O seguinte passo depois de preparar um orçamento e assinar um contrato é, obviamente, começar a trabalhar.
O primeiro que temos que conseguir são os materiais. É imprescindível dispor de todo o material necessário para realizar o trabalho, embora podemos começar a trabalhar sem ter obtido algumas das fontes necessárias. Dispor de todos os materiais será muito conveniente, para saber que poderemos cumprir nosso planejamento, que não vamos ter atrasos inesperados devido a que não temos as fotos adequadas ou os textos necessários. Como isto já foi explicado no artigo anterior, não vamos nos prolongar mais. Neste caso, vamos falar da validação dos diferentes pontos do projeto por parte do cliente, que é algo imprescindível para uma boa fluidez no projeto. Validando nosso trabalho a medida em que vamos desenvolvendo-o, conseguimos dois objetivos muito importantes. Um, que o cliente vai vendo passo a passo como evolui seu projeto e, segundo, que não exista mal-entendidos entre os resultados que o cliente quer obter e o que nós entendemos que o cliente quer conseguir. Os problemas de comunicação são outra parte a ter em conta na realização de um projeto. É como quando se dá uma matéria em uma aula: há que colocar o nível do que menos sabe. Temos que ser capazes de explicar de maneira compreensível as implicações das petições e raciocinar nossas propostas, tanto de design como de programação. É muito importante ter em conta que o cliente sabe muito de suas coisas, mas na maioria dos casos sabe pouco das nossas. Ademais, contamos com o inconveniente das "lendas urbanas" existentes no tema de web, onde tudo é opinável e as intros em Flash são a sétima maravilha. Há que "educar" o cliente, e explicar TODAS AS VEZES QUE FOR NECESSÁRIO os conceitos de design, usabilidade, peso, etc. Há que insistir com o cliente que cada um dos conceitos são necessários para realizar um bom projeto e que, de se não levamos a sério nossos conselhos, o projeto corre um grave risco de fracassar. Tampouco há que ser um radical, há que se adequar ao cliente dentro do mínimo. Não podemos vender ao cliente uma solução que pode ser muito boa, mas que ele não fique satisfeito. Assim, perderemos um cliente real e muitos potenciais. Concluindo, o autônomo, é também um professor.
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