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Índice do Manual Introdução à Internet
+ Introdução
+ História da Internet
+ A gestão da Rede
+ Serviços básicos I
+ Serviços básicos II
+ Acesso. Usos e costumes
+ Protocolos de comunicações
+ Interconexão de sistemas abertos
+ Endereços IP e nomes de domínio
+ Atualidade na Internet
+ Siglas de Organismos na rede

Descrição dos capítulos

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A gestão da Rede

A Rede está administrada por diferentes organizações: algumas oferecem suporte de consulta aos usuários, outras regulam o intercâmbio de informação, etc. Explica-se mais detalhadamente neste artigo.


Não existe uma autoridade definida a nível global para Internet. Cada uma das redes sim que tem sua administração, mas não o conjunto. É uma certa anarquia auto-ordenada.

Existe um organismo de filiação voluntária, o IAB (Internet Architecture Board ou Conselho sobre Arquitetura da Internet) que promove o intercâmbio de informação técnica e atribui determinados recursos, como os endereços. O IAB decide quais padrões fazem falta e promove seu uso através da própria Internet.

Os usuários de Internet expressam suas opiniões sobre questões técnicas através de reuniões do IETF (Internet Engineering Task Force ou Grupo de Trabalho sobre Engenharia de Internet). O IETF cria comitês de estudo para diversos problemas técnicos, como podem ser:
  • Geração de documentação.
  • Forma de se conectar a algum serviço.
Regra básica: Quem quiser se beneficiar do uso e dos recursos da Red deve observar suas normas não escritas.

Assim como não há um organismo que a governe, tampouco existe um organismo que arrecade pelo uso da Internet. Cada organização paga sua parte, sua rede. Os operadores comerciais pagam o tráfego ao operador nacional. Os usuários finais pagam por seu acesso até seu provedor comercial às companhias de comunicações (como a Embratel, por exemplo), e ao provedor como aluguel e uso de recursos temáticos, com tarifas mensais ou horárias, normalmente paga uma quota de inscrição e quotas de sócio segundo à modalidade e recursos contratados. Alem disso, está o preço da própria informação que alguns provedores cobram uma determinada taxa por acessar a toda, ou parte, da informação que oferecem.

Ultimamente, as companhias de telecomunicações, que por sua vez se converteram em provedores de acesso e serviços, estão ofertando, de maneira generalizada, conexão e transportadora gratuitas. Desta forma, potencializam uma incorporação massiva de usuários à Rede e conseguem um aumento do tráfego circulante pelas redes de comunicações, a demanda de linhas com maior capacidade e, em um futuro não muito longe, de outros serviços de valor adicional. E tanto o tráfego como estes outros serviços se forem pagos.

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