MP3 vs. Servidores gratuitos

Fazemos uma análise sobre os arquivos MP3 e a dificuldade dos usuários para distribui-los em suas páginas pessoais, dadas às restrições impostas por servidores gratuitos.

Por Guido Lonetti


Publicado em: 05/4/06
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Na Internet existem muitas formas pelas quais os arquivos mp3 se foram difundindo: software como Napster, Gnutella, Win Mp3 Locator... e também, através de buscadores de mp3 como audiofind.com ou audiogalaxy.com, mas o maior meio de difusão é -sempre foi- as páginas pessoais dos cibernavegantes.

A rede se encheu de páginas pessoais que contém mp3, e isto gerou um grande conflito com os servidores, ao serem eles, em parte "responsáveis" por alojar arquivos deste tipo.

O que fazem os servidores gratuitos?

À princípio, um dos único servidores gratuitos onde se encontravam os mp3 era Geocties.com, mas agora não faltam empresas de serviços na Internet que não ofereçam hosting gratuito, portanto qualquer um pode encontrar milhões e milhões de arquivos de áudio por toda a rede. Isto despertou os servidores como Xoom.com, Demasiado.com, Tripod.com... a fazer um boicote aos uploaders.

Uploaders são usuários da Internet que sobem os conteúdos aos servidores, neste caso, canções MP3.
Então, por exemplo, quando em nosso servidor FTP tratamos de "uploadear" um arquivo com extensão mp3 a uma conta de Xoom não aparece uma janela dizendo que esse tipo de arquivo não são permitidos em seu servidor. Ou outro caso pior é o de Geocities, que nos permite subi-lo, mas na hora de ter feito nos anulam a conta, então aquele que não sabe, talvez carrega 10 temas em mp3 e em uma hora se apagam. Não é que esteja do lado dos uploaders, mas poderiam avisar, não é?

O que fazem os uploaders?

Porém, os uploaders não ficaram atrás e idealizaram duas formas de passar por alto destes problemas: o primeiro método foi comprimindo o arquivo ao formato zip, rar ou hqx (com o WinZip), mudando então a extensão de mp3 a essas extensões, "enganando" aos servidores.

O outro método, talvez mais difícil, é re-nomeando o arquivo a outra extensão (por exemplo, class, bin, pl...), produzindo o mesmo efeito que o método anterior.

Conclusão:

A guerra continua, pois alguns servidores realizam inspeções mensais nas quais detectam arquivos comprimidos que possuem mp3 ou arquivos que podem ser re-nomeados a mp3. A vulnerabilidade dos servidores cada vez é menor, mas talvez os uploaders sempre seguiram protagonizando seu papel de pícaros usuários da rede aos que não há barreira que os detenha.






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