phpSitemapNG

Apresentação e descrição de phpSitemapNG, um script PHP para a criação automática de arquivos sitemaps.

Por Sara Alvarez Langa - Tradução de Celeste Veiga


Publicado em: 29/12/10
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No artigo anterior do manual de Sitemaps criamos um código para gerar um arquivo .xml de PHP e extraindo dados de uma base de dados MySQL. É uma possibilidade que pode ser boa para certos casos de websites baseados em bases de dados. Agora trataremos de outra possibilidade de criação dos sitemaps de PHP, que é um script já criado e pronto para usar capaz de gerar um sitemap de toda nossa web.

Este script o que faz é conectar-se à web e ir percorrendo todos os links como se fosse uma aranha. Percorre todas as páginas que estiverem vinculadas pela raiz que tenhamos passado na configuração. Além disso, permite salvar o arquivo xml comprimido, acrescentar ou não a prioridade e a frequência, etc.

Se optarmos por esta ferramenta, o primeiro que devemos fazer é ir à página do autor e baixar a última versão estável.

http://enarion.net/google/phpsitemapng/

Uma vez baixado temos que descomprimi-lo e subi-lo para uma pasta chamada phpsitemapng e se pudermos a protegemos mediante uma senha ou colocando-a na parte de administração de nossa página web.

A seguir temos que copiar os arquivos sitemap.xml e sitemap.xml.gz na raiz de nossa web. Isto é feito porque, como vocês já sabem, é melhor ter os arquivos sitemaps na raiz, para poder colocar neles todas as urls que vinculam da mesma. Se o pusermos em uma pasta do tipo www.nuestraweb.com/carpeta/sitemap.xml não poderemos introduzir urls do tipo www.nuestraweb.com/prueba.html.

Agora só nos resta, para começar a usar o script, dar permissão de escritura aos arquivos:

  • sitemap.xml
  • sitemap.xml.gz
  • settings/files.inc.php
  • settings/settings.inc.php

Com isto já podemos começar a usar o script, mas antes vamos ver as opções de configuração que possui.

Para entrar na configuração só temos que por em nosso navegador a rota onde colocamos a pasta de phpSitemapNG. Aparecerá uma tela com as opções de configuração.

Aqui você poderá mudar:

  • A opção de comprimir ou não o arquivo sitemaps
  • O timeout (ou seja, o tempo máximo para realizar o script)
  • Os arquivos que queremos escanear (locais, todos os que estejam a partir da raiz da web, etc)
  • Mostrar ou não uma janela com o arquivo criado para editá-o, caso necessário
  • Você pode excluir da ação de escanear uma série de diretórios que você introduz nesta mesma tela
  • Você também pode excluir tipos de arquivos, por exemplo, não escanear os arquivos .txt ou os .jpg, etc.
  • Além disso, desde esta página você pode mudar o nome do sitemap, do txt bem como do xml e decidir se você quer dar a prioridade e a frequência de mudanças das urls.

Uma vez repassadas e mudadas as opções do script só temos que apertar o botão de submit que aparece ao final para começar a escanear nossa web.

Se a execução foi bem sucedida aparecerá uma lista com as urls escaneadas e a possibilidade de mudar a data da última modificação, a prioridade e a frequência de modificação.

Uma vez revisada a lista e modificado o que nos interesse, apertamos o botão create file para passar o resultado para o arquivo sitemap.xml.

Este script ademais nos dá a opção de enviar nosso sitemap ao Google, desde o botão que aparece ao finalizar o processo anterior. (O único requisito é ter uma conta Google e inscrever-se em sua web previamente.) Se tudo estiver bem aparecerá uma mensagem de sucesso, porém temos que ter em conta que isto só significa que a URL foi enviada ao Google satisfatoriamente, não que esteja bem , nem o resultado que possa dar o Google sobre o arquivo. Para isso, você terá que ir à sua conta de Google e comprová-lo.

Com estas notas terminamos a análise do script phpSitemapNG. que, em minha opinião, é válido e simples se tivermos uma web pequena, porém se não for o caso me inclino por fazer vários arquivos sitemaps com PHP e base de dados, como mostramos no artigo anterior.

Nota: Este script foi testado satisfatoriamente com webs que possuem um baixo número de urls. Para páginas de maior tamanho, e com mais de 1000 urls o script travou à hora de escanear. Não apareceu nenhuma mensagem de erro e por isso não sabemos muito bem a causa do mesmo.






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